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Vereador Naifer (NOVO) alerta: Tarifa zero em Balneário Camboriú: “gratuidade” tem custo alto e conta recai sobre o pagador de impostos

O vereador Naifer tem acompanhado com atenção os números do transporte coletivo em Balneário Camboriú e faz um alerta importante: a chamada “tarifa zero” não significa transporte gratuito, mas sim um modelo em que o custo é transferido diretamente para os cofres públicos — e, consequentemente, para o bolso de quem trabalha, produz e paga impostos.

De acordo com os dados analisados, em 2025 cada passageiro do transporte público custa R$ 7,04 ao município. Isso significa que, mesmo sem cobrança direta na catraca, existe um pagamento sendo feito — apenas de forma indireta, por meio da arrecadação pública.

Atualmente, o contrato do transporte coletivo em Balneário Camboriú já gira em torno de R$ 14 milhões por ano. Com a nova licitação em discussão, esse valor pode subir para aproximadamente R$ 20 milhões anuais, ampliando ainda mais o peso da operação sobre o orçamento municipal.

Outro dado que chama atenção é o crescimento da linha violeta, que já representa 45% dos usuários em 2025. Além disso, o modelo atual permite que até turistas desembarcados de cruzeiros utilizem o serviço sem qualquer cobrança, o que levanta questionamentos sobre a lógica da política pública adotada.

A discussão precisa ser feita com responsabilidade e transparência. “Quando vendem a ideia de gratuidade, escondem da população quem realmente paga a conta. Não existe almoço grátis, e também não existe tarifa zero. Existe tarifa escondida, bancada pelo pagador de impostos”, destaca o Vereador.

O vereador questiona se faz sentido obrigar o morador de Balneário Camboriú a custear, de forma compulsória, um transporte “gratuito” para todos — inclusive visitantes e turistas — em um cenário em que os recursos públicos são limitados e há inúmeras outras prioridades na cidade.

Naifer defende que qualquer política pública precisa ser analisada com base em eficiência, justiça com o contribuinte e responsabilidade fiscal, especialmente quando envolve contratos milionários e expansão de gastos permanentes.

“O poder público precisa parar de tratar dinheiro público como se não tivesse dono. Tem dono, sim: é o cidadão que paga impostos todos os dias”, reforça.

O gabinete seguirá acompanhando os números do transporte coletivo, a evolução da nova licitação e os impactos dessa política sobre o orçamento municipal, mantendo o compromisso de fiscalizar gastos, cobrar transparência e defender o uso responsável dos recursos públicos.

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