Vereador Naifer questiona custo de novos módulos escolares anunciados pela Prefeitura de Balneário Camboriú
26/03/2026
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Vereador Naifer (NOVO) alerta para situação crítica da Passarela da Barra e cobra ação urgente do poder público

A situação da Passarela da Barra, um dos principais equipamentos de mobilidade urbana e turismo de Balneário Camboriú, acende um sinal de alerta cada vez mais grave. A estrutura, que liga importantes regiões da cidade e é utilizada diariamente por moradores e turistas, apresenta sinais críticos que exigem atenção imediata do poder público.

Recentemente, a tentativa de concessão do equipamento turístico fracassou. Entre os fatores que afastaram interessados, estão os altos custos e exigências impostos pela própria Prefeitura, o que acabou inviabilizando o processo. Com isso, o município permanece responsável pela manutenção da Passarela da Barra — uma responsabilidade que, até aqui, não vem sendo enfrentada com a urgência necessária.

Para o vereador Naifer, o episódio escancara mais uma vez um problema recorrente: quando falta gestão eficiente, planejamento e racionalidade administrativa, quem paga a conta é a cidade e, principalmente, o pagador de impostos.

“A Passarela da Barra é um equipamento estratégico para a mobilidade e para o turismo de Balneário Camboriú. Não se trata de um detalhe, mas de uma estrutura essencial. O fracasso da concessão e o atual estado do equipamento mostram que faltou capacidade de estruturar um modelo viável e, agora, falta prioridade para resolver o problema com seriedade”, destaca Naifer.

Além do impacto direto na segurança de quem utiliza a estrutura, o abandono e a ausência de uma solução concreta também prejudicam a imagem da cidade, especialmente em um ponto simbólico e de grande circulação. A permanência desse cenário representa risco real e reforça a necessidade de medidas imediatas.

Naifer defende que a Prefeitura trate a Passarela da Barra como prioridade absoluta, com transparência sobre a situação estrutural do equipamento, planejamento objetivo para recuperação e manutenção, e responsabilidade na condução de futuras soluções para sua gestão.

“Não dá para empurrar com a barriga uma estrutura desse porte enquanto os riscos aumentam e o problema se agrava. A cidade precisa de ação urgente, responsabilidade e prioridade real antes que o abandono cobre um preço ainda maior”, completa.

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